Por Rev. Gilberto Bueno Filho
“To be or not to be” – ser ou não ser, já dizia William Shakespeare.
Parodiando poderíamos dizer: “Ficar ou não ficar”. Ultimamente canta-se, tribalisticamente, em alto e bom som num ritmo envolvente que já se sabe namorar, “que sou de ninguém, eu sou de todo o mundo e todo o mundo é meu também”.
Os adeptos e a “geração tribalista” perderam os referenciais, as bases, os absolutos que regem e normatizam a vida com o mínimo de decência e ordem. Numa relação cujos beijos descompromissados, afetos descartáveis e intimidade destituída do amor verdadeiro revelam um mundo sem Deus no coração, refletindo uma falta de compromisso e descaso com o seu próprio corpo e do próximo.

